Identidades II

07 Fevereiro 2010

1. Antes de sair de casa e dependendo to tamanho da máquina fotográfica, optar por um saco/mala discreto onde seja possível guardar a máquina rápida e discretamente.

 

2. Evitar vestuário que atraia demasiadas atenções. O mais sóbrio e discreto possível.

 

3. Evitar horários que são reputados como os mais frequentados (em Portugal seria as sextas e sábados, privilegiadamente usados para enfeitar os túmulos e o domingo, frequentemente dia de visita às campas); uma solução poderá passar por usar horários alternativos, como as primeiras horas da manhã ou o horário de almoço).

 

4. No cemitério, evitar locais com pessoas em culto ou apenas a enfeitar as campas; a utilização da máquina fotográfica poderá ser considerada ofensiva (daí a primeira regra).

 

5. Nunca fotografar campas recentes, fotografias ou nomes.

 

6. Nunca colocar fotos de campas recentes em blogs e sites e afins.

 

 

Cemitério Prado do Repouso, Porto, 2010

publicado por css às 16:20

07 Fevereiro 2010

Este é resultado das Estatísticas Culturais do Ministério da Cultura Janeiro 2010, uma compilação de dados que o Observatório das Actividades Culturais acaba de disponibilizar no seu site (www.oac.pt).

 

É pena que assim seja, gostaria de pensar que vamos aos museus e teatros valorizando-os. Poderia argumentar-se que optamos pelos horários gratuitos, mas a verdade é que conheço poucas pessoas dispostas a pagar por uma entrada num museu aquilo que paga num cinema. É uma questão de valorização.

 

Mas no que refere ao teatro, ballet e concertos, é verdade que o preço condiciona as entradas, pois considerando uma família de 4 pessoa, poderemos estar a falar de 40 a 60 euros. A política (em certas casas de espectáculos) tem sido de manter preços altos e depois encher as salas com convites. Não é uma estratégia que compreenda.

 

Quinta-feira foi dia de Avatar, sábado de A Princesa e o Sapo e domingo é para o Cemitério do Prado do Repouso (grátis) e o Museu Soares dos Reis (a pagar). E se ainda tiver disposição, abalo-me para o cinema ;)

publicado por css às 12:34

05 Fevereiro 2010

Mal estamos quando o único garante da democracia vem da comunicação social. Infelizmente, não podemos contar com a Procuradoria Geral da República para garantir que vivemos num Estado de Direito em Portugal.

publicado por css às 21:22

05 Fevereiro 2010

 Um dos garantes da democracia sempre foi a liberdade de expressão. Sem esta não temos democracia.

 

Claramente estamos perante um governo com tiques de ditadura e não se compreende porque o Presidente da República permanece sem questionar o Primeiro Ministro.

 

Outra questão que me causa franca perplexidade é a conduta do Procurador Geral da República de completa inércia.

publicado por css às 21:14

05 Fevereiro 2010

 

 

 

 

 "Parecia-lhe bem possível que, na história do mundo, houvesse mais castigo que crime, mas isso não lhe proporcionava grande consolo."

 

Cormac McCarthy

In A Estrada

(pg. 27 - Edição Relógio de Água)

publicado por css às 10:58

mais sobre mim
A ler